andei lendo #1
Bom ver que, tanto aqui quanto lá fora, é a hora e a vez das livrarias de bairro, temáticas, tocadas por gente que ama os livros.
Adorei Sociedade do cansaço, do sul-coreano Byung-Chul Han. Aqui, Aline Aimée comenta a respeito. E aqui, Guilherme Felitti faz referência à geração que glamurizou o excesso de trabalho.
À Folha, Walter Porto fala sobre como a pandemia produziu, também na literatura, personagens que largaram tudo pra trás e foram viver no mato, praticamente isolados da sociedade.
Terminei O livro do travesseiro, de Sei Shônagon, clássico japonês primorosamente traduzido por professores da USP. Neste podcast da Japan House São Paulo, um instigante papo sobre ele.
À Gama, Luara Calvi Anic fala sobre a sua busca pelo silêncio e como, apesar de bloquear os sons da rua, uma janela antirruído pode revelar outro inconveniente: a barulheira dos vizinhos.
Falando em vizinhos, uma crônica de Antonio Prata.
E, batendo na tecla da inconveniência dos ruídos, uma matéria sobre São Paulo ser a quarta cidade mais barulhenta do mundo.
Concluí Lectura fácil, de Cristina Morales. Impressionado com a capacidade dela de abordar com clareza e lucidez questões tão complexas e necessárias. Foi, até agora, a melhor leitura do ano.
Bonito texto de Fabián Casas sobre Aftersun, filme de Charlotte Wells em exibição na MUBI. Via Mil Lianas, de Agustina Larrea.