andei lendo #2
Tenho explorado o Filmin, melhor e mais em conta que a Netflix.
Por lá, assisti a Pelerinaxes, doc sobre o escritor Ramón Otero Pedrayo que fala, entre outras coisas, sobre como a Galícia rural do passado é um dos únicos futuros possíveis neste planeta.
Na trilha de Pelerinaxes, descobri, já nos créditos finais, a excelente Non temos medo, do grupo galego Ruxe Ruxe.
Aliás, dos galegos que têm tocado por aqui, destaco este feat entre ORTIGA e High Paw e este, entre High Paw e Chalart58.
No ICON, do El País, matéria sobre um documentário dedicado à história de mulheres transexuais venezuelanas dos anos 80. Me fez lembrar a ótima Veneno, do Max, sobre a espanhola Cristina Ortiz.
No NYT, resenha de Who Does That Bitch Think She Is?, de Craig Seligman, que mostra a cena drag estrangeira para além de RuPaul.
A fórmula do sucesso da Fitzcarraldo, queridinha do mercado editorial gringo, envolve apostar em autores não-anglófonos – ou seja, em literatura traduzida, que olha pra fora.