tomanotas

andei lendo #4

Fascinado com a complexidade do pensamento da japonesa Sayaka Murata. Querida konbini foi dos livros mais interessantes que li nos últimos tempos, e agora entendo melhor o porquê.

Voltei a explorar o conteúdo de alguns fotógrafos no YouTube e... que grata surpresa topar com o trabalho da Taylor Pendleton – em especial, com este doc dela na Espanha.

Alissa Wilkinson para o NYT (em tradução livre): “Num certo sentido, Dias Perfeitos é um filme sobre o que a gente perde quando leva a vida [tão focada] no digital.”

A programação do MIS, em São Paulo, está imperdível. Além das exposições dedicadas à Revolução dos Cravos (Sebastião Salgado) e à cobertura de guerras (Gabriel Chaim), excelentes, Sergio Poroger fotografa cinemas de rua e Thereza Eugênia, os bastidores da cena artística brasileira entre 1960 e 1980. Vale o passeio.

Também vale a visita, desta vez no IMS, à expo dedicada ao fotógrafo tcheco Josef Koudelka. São três exposições em uma: Ciganos; Praga, 1968 e Exílios.

No Qué estás leyendo, podcast de literatura do El País, Camila Sosa Villada (de quem já falei aqui) debate a resistência travesti na Argentina – e fora dela. Eu já disse que amo uma escritora?

O episódio seguinte, com Mariana Enriquez, também é imperdível.

Para o blog da livraria portenha Eterna Cadencia, Matías Moscardi investiga: será o gato o animal mais admirado da literatura?

Assisti a Aloners, de Hong Sung-eun. Tocante sem pieguices.

#andeilendo